"Há três métodos para obter sabedoria: primeiro, pelo estudo e reflexão, que é o mais nobre; segundo, por imitação, que é o mais fácil; e terceiro, por experiência, que é o mais amargo."
Qual é sua escolha?

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Conclusão
            
         Com este trabalho podemos concluir que o ADN, é um organelo celular muito poderoso capaz de danificar e reproduzir outras novas células e assim formas indivíduos muito semelhantes ou até muito diferentes. A história do ADN permitiu-nos saber das dificuldades, que os cientistas tiverem em relação a uma molécula tão complexa como o ADN, pois alguns deles ainda não estavam crédulos nem prontos a aceitar a molécula do ADN juntamente com todas as suas funções.
       Também verificamos o caso da replicação do ADN e as suas três hipóteses. Também reparamos que os ácidos nucleicos são muito diferentes, mas tem funções parecidas. Vimos igualmente como se comporta o ADN na síntese proteica, e podemos então concluir que sem o ADN alguns dos nossos organitos celulares não existiriam sem que se produzir-se proteínas que os “ajudassem a recuperar”. Como se sabe o ADN é muito importante, e todos necessitamos dele para sobreviver


Como é que a partir do ADN se obtêm proteínas?
        O fabrico de proteínas é realizado da seguinte forma, primeiro para este fabrico são necessários passar por dois processos, o processo da Transcrição e o da Tradução. Primeiramente no processo da Transcrição o que acontece é o seguinte, o ADN “pede” à enzima de RNA polimerase para separar, recolher os códigos, o que também equivale à formação do RNAm e por fim para juntar novamente as duas cadeias de ADN, isto é, este processo que ocorre no núcleo e consiste na síntese de uma molécula de RNAm a partir da leitura da informação que está contida numa molécula de ADN, assim a mensagem codificada é assim “passada”, para os ribonucleóticos, que são as moléculas que constituem uma molécula de RNA, que nesta altura se denomina de pré – mensageiro, pois não está ainda 100% perfeito, pois falta ainda passar por um processo que se denomina de processamento e que consiste na retirada de intrões, isto é, material que não interessa, para que assim o RNA pré – mensageiro passa a funcional, passa a RNA     m quando passa para o citoplasma mais propriamente para o ribossoma, dentro do ribossoma é feita a descodificação da mensagem como quem diz a tradução, a tradução é o segundo processo. Neste processo a mensagem está codificada no RNAm em aminoácidos o que leva à síntese de proteínas.
                A cadeia de RNAm liga-se à subunidade menor do ribossoma, já o RNAt transporta assim os aminoácidos para o ribossoma onde vão ser organizados segundo os códigos do RNAm. Cada molécula de RNAm contém um codão, que é um conjunto de três nucleótidos à qual o RNAt deverá opor-se possuindo assim um anticodão, conjunto de três nucleótidos que permitem descodificar o codão e “trazer” assim o aminoácido correspondente aquele codão.
                Após a proteína estar completa, o RNAm possuí assim os codões com UAA, ou UGA que não possuem nenhum aminoácido correspondente, fazendo assim com que a síntese proteica acabe ali. Sendo assim as subunidades do ribossoma separam-se. Este processo pode ser repetido mais que uma vez, pois o ADN pode ser transcrito muitas vezes.     



Replicação do ADN
               
             A replicação do ADN é uma das funções do ADN. Teoricamente este processo poderia ocorrer por três métodos diferentes, pois a replicação poderia ser semiconservativa, dispersiva ou ainda conservativa.

Cada uma das cadeias serviria de molde para uma nova cadeia e, consequentemente, cada uma das novas moléculas seria formada por uma cadeia antiga e uma cadeia nova.
Admitia que a molécula de DNA progenitora se mantinha na íntegra, servindo apenas de molde para a formação da molécula filha, a qual seria formada por duas novas cadeias de nucleótidos.

Hipótese Conservativa                                                    Hipótese Semiconservativa









Admitia que cada molécula – filha seria formada por porções da molécula inicial e por regiões sintetizadas de novo.

Hipótese Dispersiva




              



Ácidos Nucleicos ADN e RNA
                   Os ácidos nucleicos, ADN e RNA, são polímeros constituídos por monómeros que se denominam de nucleótidos. Os nucleótidos são constituídos por um açúcar, que por acaso é uma pentose, que está ligada pelo quinto carbono a um ácido fosfórico, e está ligada pelo primeiro carbono a uma base azotada. Um nucleótido sem um grupo fosfato é denominado de nucleósido. 
                                                  
              Nucleósido                                                                    Nucleótido
                Os nucleótidos no RNA, a pentose encontrada é a ribose, enquanto que no ADN é a desoxirribose. A diferença reside nas pentoses, e é devido a elas que os ácidos que as possuem nas suas constituições têm nomes diferentes.
Existem cinco tipos de bases azotadas, a Timina, a Adenina, a Citosina, a Guanina e o Uracilo, que é exclusiva do RNA. No ADN e no RNA encontram-se duas bases púricas diferentes, a Adenina e a Guanina e duas pirimídicas, que são Citosina e a Timina, relativamente ao ADN e a Citosina e o Uracilo no RNA. 
Ácido Desoxirribonucleico
                No ADN, uma cadeia polinucleotídica (conjuntos de vários nucleótidos que ligados entre si formam cadeias polinucleotídicas, estas ligações formadas nessa cadeia denominam-se de ligações fosfodiéster, emparelhada liga-se com outra e forma uma estrutura em dupla hélice ou dupla cadeia neste caso. A união entre estas duas cadeias é feita a partir de pontes de hidrogénio, e essas ligações ligam por acaso as bases azotadas complementares e ligam da seguinte forma Adenina com Timina e Citosina com Guanina. A Adenina estabelece uma ligação dupla (apenas duas pontes de hidrogénio) com a Timina, e a Guanina estabelece por sua vez uma ligação tripla (três pontes de hidrogénio) com a Citosina. As ligações triplas são mais difíceis de serem quebradas, exactamente por serem triplas.
                A complementaridade das bases azotadas, é respeitada pelo sentido oposto que as cadeias emparelhadas apresentam, isto é, são antiparalelas. As cadeias ligam-se 5 para 3, acontecendo o inverso na extremidade oposta. As moléculas de DNA são únicas na sua composição geral e na sua estrutura. Nas várias células somáticas de um mesmo individuo, elas são, em condições normais, exactamente iguais. Em diferentes indivíduos, o ADN pode variar no número de nucleótidos, na percentagem relativa das quatro bases e na sequência com que estas se apresentam.
Ácido Ribonucleico
As moléculas de RNA são sintetizadas no núcleo, a partir do molde de uma molécula de ADN, esta síntese é possível graças à complementaridade das bases. Nas células, podemos encontrar três tipos diferentes de RNA:
RNAm (mensageiro)
rRNA ( ribossómico)
tRNA (transferência)
Nos últimos anos foram identificados novos tipos de moléculas de RNA e globalmente são conhecidos como pequenos RNA, devido às suas dimensões.




                                                                                               



Molécula de RNA